terça-feira, maio 17, 2011

Handymen - a raridade

Em pleno século XXI, e como mulher evoluída que sou, tenho a noção que já era hora de aprender a pendurar quadros sozinha, colocar candeeiros, fazer furos (bonitinhos) na parede, aparafusar ganchos nas portas, montar armários, e arranjar pequenas coisas que se vão avariando lá por casa, mas a verdade, é que não sei!
Como tal andei à procura de alguém que fosse habilidoso o suficiente na arte da bricolage, e que executasse este tipo de trabalhos, e ao contrário do que era esperado, não foi fácil descobrir um.
Os handymen começam a ser uma raridade, e conhecer alguém que saiba espetar um prego na parede, ou desenrascar uma ou outra situação, é hoje em dia uma sorte.


Tal como eu, também as minhas amigas depararam-se com este problema, a grande maioria desconhece o mundo da bricolage, e como tal encarregam os pais ou os respectivos nas tarefas relacionadas com parafusos e busca-pólos.
E isto deu-me uma grande ideia, assim como há vouchers de oferta para cursos de culinária, era porreiro se houvessem vouchers para cursos de bricolage.
Tinha de ser um curso básico, primeiro podíamos aprender o nome das ferramentas, depois saber utilizar um berbequim, mais tarde umas breves noções de electricidade, e por fim aprender a montar candeeiros.
A sério, vislumbro aqui uma oportunidade de negócio...

quinta-feira, maio 12, 2011

Educação canina

Sempre que posso gosto de ver o programa deste senhor, aprendo sempre qualquer coisa, e acho incrível como é que ele consegue corrigir o mau comportamento de alguns cães em 3 tempos, sem dificuldade alguma, sem recurso à violência, simplesmente com psicologia canina e paciência.
É simplesmente fantástico!

Ontem pus em prática um dos ensinamentos dele, e funcionou com o meu cão.
Estava em casa à espera dos senhores que iam entregar o móvel da Tv, e quando dou pelo cão, tinha saído porta fora, e já estava junto aos elevadores.
Conforme o ensinamento do Cesar, espetei o dedo, indiquei-lhe que voltasse para a cozinha, e sem desviar o olhar mantive-me firme até que comecei a ver o peludo a recuar e a voltar calmamente para dentro de casa.
Foi para a cozinha, deitou-se, e ficou ali sereno enquanto os homens entravam em casa com os caixotes para montar o móvel.
A sério, fiquei espantada, aquilo funcionou, o que teria acontecido no antigamente, seria o cão atacar em lambidelas os senhores, eu teria de ter ido agarrá-lo, e ficava a ganir porque quereria estar junto aos senhores, enquanto faziam o trabalho.
Desta vez correu bem, e mais uma vez conhecimento é tudo. ;)

quarta-feira, maio 11, 2011

E...


o Vivafit é uma espécie de cabeleireiro, mas com máquinas para fazer exercício.
Ok eu explico, a malta vai para lá para desenferrujar a língua, falam que não se calam, e quase que se desunham para falar mais que a colega do lado, umas autênticas matracas!
Na realidade são as monitoras que instigam aquela verborreia generalizada. Houve uma até que perguntava coisas do género, "Então contem lá o que fizeram este fim-de-semana?!",
quando ouvi aquilo nem queria acreditar, a única coisa que me passou pela cabeça foi um, "Hás-de ter muito a haver com isso! Tu e estas alminhas todas que acabo de conhecer"
Depois o ginásio em si é para o barulhento, o som está sempre muito alto na zona do circuito, e a selecção musical para acompanhar a queima de calorias é do pior.
Para fazerem uma ideia, a música da Celine Dion do Titanic passou em modo mix por duas vezes, (como se uma não bastasse...), e se o original já não é muito bom, mixado é de bradar aos céus. Por momentos só faltou mesmo o cheiro a churros, e o som dos carrinhos de choque!
Para ser sincera não gostei da experiência, gostei das máquinas, acho que até são boas, agora o resto nahhhh... só vos digo uma coisa, ninguém me tira a natação! :)

terça-feira, maio 10, 2011

Vivafit

É verdade, hoje vou treinar este belo rabo para um Vivafit próximo daqui.
Umas amigas que lá andam convenceram-me a experimentar. Falaram-me das maravilhas deste tipo de ginásios, que são ginásios só para mulheres, que o plano de treino adapta-se a cada uma, e que o tempo que se passa lá dentro é apenas de 45 minutos.
Como estão muito contentes com os resultados obtidos em tão curto espaço de tempo, querem espalhar a boa nova às amigas.


Há já algum tempo ouvi falar deste tipo de ginásios, mas nunca fui menina para lá ir treinar.
Pessoalmente não gosto muito de ginásios, uma vez experimentei um que ficava perto da casa dos meus pais, e jurei para nunca mais.
Eram férias de verão, estava em casa com pouco ou nada para fazer, cheia de tédio, e lembrei-me de ir para as aulas de aeróbica.
Quando lá cheguei, deparei-me com um grupo relativamente grande, e que estava completamente coreografado.
Toda a gente sabia os passos de cor, e quem não sabia era literalmente atropelado pela manada.
As primeiras aulas andei ali um bocado à nora, sentia-me a ovelha negra do grupo, nunca acertava com a porcaria do passo, e quando estava mais ou menos a conseguir seguir a coreografia, a música começava a acelerar, e pronto, já era!
Uma vez esforcei-me tanto para acompanhar o grupo que espetei-me no chão, e fiquei ali deitada, em sofrimento, enquanto o resto continuava para frente e para trás, completamente desprovidos de compaixão, sem quererem saber.
A sério, podia estar a dar-me um fanico, podia estar a ver a luz ao fundo do túnel, que era para o lado que aquela malta malhava melhor.
É por esta experiência menos boa que nunca mais me viram em ginásios, é também a desculpa que dou pelo rabo ter tomado as proporções hediondas que tomou.
Hoje sempre quero ver como funciona o Vivafit, fui mesmo agora ao site deles, andei a cuscar as imagens, e parecem-me todas muito felizes e divertidas a suar... definitivamente cheira-me a engodo, mas vamos lá ver.

segunda-feira, maio 09, 2011

Este FDS...

voltei a pintar.
Desta vez escolhi pintar um quadro exactamente igual ao que aparece na minha série preferida de momento, a Modern Family.
Este quadro é simples, e nem meio-dia demorou a pintar.


O resultado foi o esperado, ficou parecido com o original, e tem a particularidade de ter sido pintado por mim, logo com um valor sentimental diferente a se tivesse sido comprado.
Acho que vai ficar muito bem no hall de entrada! :)
É certo que o tamanho é capaz de não ser o mesmo, mas na loja dos chineses não haviam telas maiores, era levar uma de 70x50, ou nada!
Como a papelaria Fernandes deu-me o desgosto de fechar há já algum tempo, agora estou efectivamente sem alternativa... Ainda ando à procura de um sítio decente para encontrar tintas, pincéis, e telas como antigamente.
Este trabalho custou-me 11 €, baratinho portanto, sendo o valor exclusivamente do preço da tela, visto que as tintas já as tinha, assim como os pincéis.
:)

sexta-feira, maio 06, 2011

E hoje é dia...

de feira do livro!
Estive aqui a ver, e já fiz uma pequenita lista para logo à noite.
Hoje conto trazer 4 novos livros lá para casa.
Sim, são só quatro, o orçamento deste ano não dá para mais, cada cêntimo tem como destino as diversas lojas de móveis da nossa praça, e não as barraquinhas do Parque Eduardo VII.
É a vida!




quinta-feira, maio 05, 2011

Em modo S&M


You can't disappoint me, because whatever you are is exactly what I want.

terça-feira, maio 03, 2011

Sabemos que...

"Ninguém é perfeito!".
Ouvimos dizê-lo vezes sem conta ao longo da nossa vida.
Usamos isto muitas vezes como desculpa para as nossas falhas e incongruências. Outras para justificar erros de terceiros.
"Ninguém é perfeito!", e por isso, assunto arrumado.
Uma amiga contava-me no outro dia sobre a relação quase moribunda que tinha.
Dizia-me que lhe faltava coragem para sair dali, e que me admirava pela determinação que tinha demonstrado. Falou-me do orgulho que sentia, e que não saberia se também teria força para mudar.
Depois disse-me o que a incomodava, o que a preocupava, e rematou com um "mas ninguém é perfeito!".


Ora eu até posso concordar com isso, ninguém é perfeito, é certo e sabido, é uma espécie de verdade universal, mas não pode ser a razão para continuar algo que já está morto, ou praticamente acabado.
Calculo que não tenha sido fácil admitir que está infeliz.
Já foi um passo gigante fazê-lo, e sobretudo verbalizá-lo.
Quando as coisas correm menos bem enquanto casal, dificilmente deixamos cair a máscara à frente dos outros. Queremos preservar uma certa imagem. A do casal notável que todos vêm e gabam, por isto ou por aquilo.
De alguma forma queremos manter a ideia da relação quase perfeita e equilibrada, da relação que gostaríamos de ter, mas que não temos, e por isso a dissimulamos, iludimos, quase que obsessivamente, até conseguirmos enganar os outros e até nós próprios.
Com alguma sorte acabamos por acreditar naquilo que não existe, que falseámos, e levamos o barco por mais uns meses seguidos, numa dormência de sentimentos.
Conseguimos arranjar explicações para tudo, protelamos emoções, achamos que fazer alguma coisa é complicado, nada parece ser fácil de resolver, e o conveniente é deixar andar.


Depois pensamos em quem está connosco, naquilo que vivemos, nas memórias e recordações que temos, naquilo que nos preocupa, pesamos os prós e os contras, as realidades.
Procrastinamos. Habituamos-nos a viver assim, sem amor, apenas com o carinho e a admiração que temos pelo outro.
Quem está connosco, e se nos conhece, pode aperceber-se que não estamos bem, que já não somos felizes, e que a relação chegou ao fim.
Depois tem duas hipóteses, pode escolher ser altruísta e acabar com aquilo que já não parece ter reparo, ou ser egoísta e tentar manter o que já perdeu.
É comum optar-se pela segunda via, porque apesar de tudo o que se diz, o ser humano é narcisista, e quem está mal, é que tem de se mudar, ou arranjar conforto naquilo que tem, e adaptar-se.


Para quem não está feliz, a decisão de acabar revela-se sempre complicada, e nunca é tomada de ânimo leve.
Arranjar coragem não é fácil, há resistência à mudança, e sobretudo interiorização de que tentar ser feliz naqueles moldes também não é solução.
Há receio da mudança, e ao mesmo tempo compaixão para com o outro na relação.
O conflito interno instala-se, e passado algum tempo há quem se conforme, deixe a apatia instalar-se, e chegue à conclusão de que é preferível viver assim. É mais fácil baixar os braços e desistir.
Acaba por ser uma espécie de masoquismo aliado a uma sádica esperança que as coisas melhorem.
E e é aqui que encontramos aqueles casais que resistem anos a fio, no papel, mas que mal se falam no quotidiano.


Quando penso em relações, penso naquilo que une duas pessoas.
Ser feliz ao lado de alguém que convive debaixo do mesmo tecto, deve ser imperativo. Caso contrário, não faz qualquer sentido.
A verdade é que todos temos liberdade de escolha. Podemos escolher. Escolher se queremos ser felizes, ou não. Se queremos mudar, ou não. Se nos preocupamos, ou não.
Temos poder de escolha, de decisão. Podemos ser felizes, se quisermos, basta querer.

segunda-feira, maio 02, 2011

Parafusos, porcas, e chave inglesa


Esqueci-me de avisar, que estou uma pro a montar cadeiras Henriksdal do IKEA.
Se precisarem de ajuda, é só dizer.

E aos poucos


começo a habituar-me à nova casa.
Ainda é estranho acordar ali, organizar-me, saber onde encontrar as coisas.
É certo que os caixotes estão a desaparecer de dia para dia, esta última semana rendeu bastante, consegui resolver alguns assuntos, e arrumar diversas coisas.
Devagarinho o meu ninho começa a ter os móveis que escolhi, a decoração que quero, e a que gosto.
Tenho uma consola de entrada que não é nova, mas que tem história, alguns arranhões, e até outras imperfeições. Gosto dela, e foi praticamente amor à primeira vista, antes de a ver na loja, tinha outra consola em mente, uma que já tinha visto há meses, e da qual tinha gostado. Quando menos esperava, mais ou menos como no amor, vi a minha consola e apaixonei-me, o resto já vocês sabem, não houve nada a fazer, como sou um bocado de ideias fixas, levei a que me arrebatou o coração!
Hoje quando ia a sair de casa, olhei-a, e não é que parece ter sido feita exactamente para ali?! Perfeita!
Quanto aos outros móveis, esses ainda vão demorar a chegar, conto no final deste mês ter a sala arranjada, por agora tenho o básico, e vá esta peça que agora molda o aspecto do meu de hall de entrada. Estou contente. A casa começa a ter contornos de casa. Conforto material, é certo, mas com um objectivo único, o de um dia vivê-la em família.

quarta-feira, abril 20, 2011

Esta noite...

sonhei contigo.
Davas-me a mão, enquanto caminhávamos ao longo do caramanchão.
O campo de margaridas era uma mancha rosa a perder de vista, do outro lado, vasos empilhados para os manjericos encobriam as hortenses.
Paraste junto dos amores-perfeitos, e enquanto me ajeitavas o cabelo dizias-me, "a vida passa a correr".
Lá ao longe, acelerado e feliz, vinha o mano de bicicleta, a segurar em uma das mãos um frasco de café vazio, com uma lagartixa lá dentro.
Já ao pé de nós, deixou-me segurar nele, "Mas com cuidado Gu!".
Assustada, a lagartixa mexia-se sem parar, encantada com o feito do mano, ria-me com ele. Aquela amostra de lagarto ia ser o nosso projecto científico, já tínhamos com que nos entreter à tarde!

Gosto de quando sonho contigo, os sonhos têm essa vantagem, posso ver-te, e deixam-me que me lembre do teu cheiro, da tua voz, da tua gargalhada.
Hoje sonhei contigo, parecias real, eu era outra vez pequena, e tudo era infinitamente mais fácil.

terça-feira, abril 19, 2011

Dúvidas...


Para a azia toma-se Kompensan, e para a desilusão?

sexta-feira, abril 15, 2011

Vamos tentar, boa?


Se há coisa que me aborrece, é ter de partir ideias preconcebidas na cabeça das pessoas.
Quer dizer, aborrece-me mas ao mesmo tempo dá-me pica!
No fundo, acaba por ser uma dualidade de sentimentos.
Suavizar a resistência de uma mente retorcida, e prepará-la para novas formas de ver as coisas, nunca é tarefa fácil, é um desafio, e dá sempre (na grande maioria das vezes), uma grande maçada.
Há que explicar calmamente e cuidadosamente os argumentos, com palavras cirurgicamente escolhidas, e há que estar preparada para depois disto tudo não se conseguir ter o sucesso almejado.
O esforço pode ser inglório muitas das vezes, mas uma coisa é certa, quando se consegue rasgar os horizontes a alguém, ou abrir uma fresta que seja numa mente menos disponível, isso vale ouro, e é muito recompensador.

Bom fim-de-semana!

quinta-feira, abril 14, 2011

Começo a achar...

que tenho um stalker do meu carro.
Todo o santo dia pela fresquinha, encontro papéis agarrados ao limpa pára-brisas com diferentes dizeres, mas que têm como único objectivo assediar-me na venda do carro.
É que não há dia em que não haja papéis deste género, aninhados aos vidros dos carros ali da zona.
Agora o que eu gostava de saber, é como funciona este negócio.
A sério, a explicação até era simples quando havia o incentivo ao abate, no entanto este ano já não há cá nada disso, logo não percebo, logo não faz sentido...
Juro, não faço puto de ideia!

quarta-feira, abril 13, 2011

***


Desta vez, gostava que fosse para sempre.

terça-feira, abril 12, 2011

A abordagem marxista...

Antes mesmo de comprar a casa, já andava a ver lojas de móveis para mais tarde mobilá-la.
Na altura tracei um plano de prioridades, primeiro o quarto, depois a sala, mais tarde o corredor, e depois o hall de entrada.
Neste momento encontro o meu plano visivelmente exacerbado, tudo por culpa do meu problema de querer sempre o que é melhor, o que tem mais qualidade, e o que visivelmente é mais bonito.
As últimas semanas têm sido de pura frustração, corri imensas lojas, desde Ikea's a BoConcept's, e para azar meu, só gosto do que normalmente é mais caro.
Chego à conclusão que tenho de optar, ou durmo no chão e tenho um aparador do qual gosto, e que me arrebatou o coração à primeira vista, ou por outro lado, compro uma mobíliazeca baratucha, da qual não gosto muito, mas que é muito em conta, e que ainda me dá a vantagem de ficar com a casa mais depressa mobilada.
Pois é, prefiro dormir no chão!
Ando portanto a fazer contas à vida, e já decidi, vou demorar mais tempo a mobilar, mas vai ser tudo a meu gosto, peça por peça!
Acho que este problema reside no facto de ser touro*, e como tal não há nada a fazer, somos pessoas de gosto simples, queremos sempre o que é melhor!

* a desculpa do signo tem de servir para alguma coisa, não é verdade?! :p

Scott Irvine








É interessante :)

Perturbador é...

ver alguém por quem até temos alguma consideração, andar aqui pelo corredor do escritório a apertar uma pequenita mama de borracha, supostamente "anti-stress", e com um sorriso nos lábios.
Claro que aqui o grupo (maioritariamente masculino), acha-lhe piada.
Tenho para mim que a aceitação não era a mesma, se por ventura amanhã eu trouxesse uma pila de borracha, e fizesse o mesmo espectáculo. :p

segunda-feira, abril 11, 2011

sexta-feira, abril 08, 2011

alive

Sim, estou.
Peço desculpa pela ausência, mas ando a arranjar a casinha.
Tenho ainda algumas coisas para resolver, e muitas outras por tratar.
Como gostava de me mudar para lá com a maior brevidade possível, tenho andado a mil à hora, a decidir N assuntos, e como devem calcular, com muito pouco tempo para vir aqui actualizar o estaminé.
Há pouco passei pela minha casa (ah como sabe bem dizer isto!), e assim que entrei o cheiro a tinta inundou-me o olfacto, o senhor que anda por lá a pintar disse-me que consegue concluir o trabalho já na próxima semana, e isso deixa-me feliz, a contagem decrescente aproxima-se do fim!
É certo que estou ansiosa, mas por outro lado estou muito contente! Já me imagino a viver ali, com a decoração feita à minha medida, e com tudo a meu gosto!
Não é segredo para ninguém que sempre quis o meu canto, e agora que o tenho, estou em pulgas para o habitar :)

sexta-feira, abril 01, 2011

O meu primeiro cabelo...


branco (ou tresmalhado) apareceu, vi agora mesmo aqui no espelho da empresa, e ainda estou em estado de choque.
Este cabelo representa um marco histórico, significa que não estou a caminhar para nova, e oficialmente que estou a ficar mais velha.
No fundo nada que eu já não soubesse, no outro dia lá no sótão da casa dos meus pais, andava eu a vasculhar livros antigos, quando reparei nos posters que estavam pendurados numa das paredes, posters esses ainda do meu tempo de adolescente.
Um era do Patrick Swayze, outro do Michael Hutchence, e o mais pequeno dos Nirvana, com o Kurt Cobain em destaque.
Entre eles um único factor comum, os tipos já quinaram todos.

querido mundo

a minha vida está a mudar.